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quinta-feira, 23 de maio de 2013

Férias

Devido ao altíssimo número de spams e também por absoluta e total exaustão, este blog será fechado por tempo indeterminado a acessos públicos.

Aproveito para tirar meu descanso sabático anual.

Agradeço pela compreensão.

quinta-feira, 15 de março de 2012

Café - de novo e de novo... (86)

Reflexo do café de sempre.

Esferográfica sobre canson previamente manchado com ecoline e goma arábica albion do caderninho tosco.

Coffee shop - again and again... (86)
Reflection on window glass.
Ballpoint pen on canson paper from clumsy sketchbook.

sexta-feira, 9 de março de 2012

Sonhos e café - de novo e de novo...(82.1)

Se você pudesse sonhar que coletou todas as suas inspirações e influências, com o que você sonharia?

Há alguns dias atrás, o ilustre ilustrador Renato Alarcão fez uma postagem muito interessante sobre um exercício no mínimo curioso, cujo conteúdo vocês podem conferir clicando aqui e trata exatamente deste tipo de sonho.

Não é segredo para ninguém que eu admiro muito este moço e, como acredito que é esperto quem segue os bons, sobretudo quando se trata deste tipo de exercício, hoje me dou ao luxo de fazer uma enorme postagem sobre... meus sonhos.

Aviso de antemão àqueles que se cansam com posts longos que este irá longe. Ao mesmo tempo recomendo este exercício a todos os criativos tal como fez o Alarcão! :)

OBS: muita coisa está linkada no Wikipedia, ao que alguns poderão torcer o nariz, mas fi-lo pois acredito que seja a página mais fácil para encontrar links relacionados a um assunto e também para os eventuais leitores em língua inglesa que podem acabar caindo de pára-quedas por estas bandas.

Inicio então este exercício com a famosa frase:

“Eu sonhei que...”

Fui novamente ofuscada pelo espetacular brilho dos pastéis de Odilon Redon (fotos minhas do Museé D’Orsay - o negócio brilha de verdade!!!);




Estou vestida num yuzenzome e orgulhosamente embrulhada num obi de Genbei Yamaguchi;

Estou na entrada do lindo Castelo de Chenonceau e vou andando pelos cômodos, inclusive o gabinete de Catarina de Médicis, até sentir sob meus pés as pedras irregulares do grande salão, pois as brancas já estão mais gastas que as negras;



  
Estou diante de tua crua nudez, Lucian Freud, num auto-retrato;

Abraço longa e carinhosamente uma enorme escultura de Henry Moore...

Sonho que sou uma andarilha na Veneza atual e naquela descrita nas águas-fortes de Giovanni Antonio Canal ou Canaletto, participando de um Carnaval elegantemente mascarada;

Que eu consigo ser certeira e sucinta como no "Copo d´Água" de Iran do Espírito Santo;

Mas não consigo deixar de girar os cilindros de oração no Nepal, ver as bandeirolas de orações tremularem ao vento, levando suas mensagens ao mundo;

Que eu me perco no tempo, no espaço, na luz e na escuridão das Cisternas da Basílica de Istambul;


Enquanto desejo adentrar e fazer parte do Codex Seraphinianus, para explorar e viver por um tempo neste exótico mundo;

Que sou abraçada pelo mundo imaginário de Kenji Miyazawa;

Fui, um dia, amada; amei e também fui uma megera, tal qual toda mulher em algum momento da vida, como Magda de “Não Amarás” de Krysztof Kieslowski...

Sonho em estar diante do Ovo de Inverno de Fabergé, que alivia o calor tropical e silencia meus demônios;


E ele está guardado neste gabinete em marchetaria de Jan van Mekeren, que está atualmente no Rijksmuseum, Amsterdã;



Consigo dar ao meu trabalho a solidão, a temperatura, o ar e o vento de Caspar David Friedrich;

Que seu encantadoramente triste Pintassilgo saiu voando feliz, meu caro e belo Carel Fabritius - impressão minha ou esta colocação dá margem para mais de uma interpretação? :)

Sonho que estou novamente diante deste Gerhard Richter, rindo comigo mesma porque ele bagunçou minha cabeça, me fazendo ficar nas pontas dos pés para tentar enxergar uma paisagem atrás de nuvens pintadas;

 



Sou habilidosa no buril tal qual Claude Mellan;

Sento num ateliê para conversar longamente sobre escultura com László Moholy-Nagy;

Que tive um filho/a; 

Que estou em Angkor Wat, sentindo sob meus pés o frio chão de pedra e pensando sobre as tantas pessoas que ali viveram e construíram aquela maravilha;

E o mesmo faço ao andar por quilômetros, sobre a Muralha da China...

Sonho que estou novamente diante do Grande Buda de Nara – ele me sorri, sempre grande, dourado, esplêndido, generoso e maravilhoso – e é por isso que eu o amo;


Estou no deserto vendo um enorme navio passar por detrás das dunas no Canal de Suez;


Estou no navio que atravessa as várias eclusas do Canal do Panamá;


Diante do Taj Mahal, enquanto me maravilho com sua beleza, penso sobre o amor e a morte;

Eu sou destemida na hora de fazer talho doce, talho forte e xilogravura tal como Albrecht Dürer;

Consigo dar a elegância, altivez e silencioso brilho no que faço, como um pavão que abre sua cauda, como nas pinturas de Anthony Van Dyck;

Estou perdida pelo Het Palais, onde está o Mar Fluorescente de Maurits Cornelius Escher, no qual mergulho e cuja maré me acaricia. Quem sabe ali eu consiga ter a certeza e a certeira mão deste gravador holandês...

Sonho que sou a Amante de René Magritte e talvez eu não queira saber quem é o Amante;


Sou a dona da Luva das gravuras de Max Klinger;

Sou sugada e me perco no mundo das gravuras de James Abbott McNeill Whistler;

Visto, no verão, um yukata em aizome – ou índigo;

Cor também famosa nas gravuras de Utagawa Hiroshige – cuja técnica de degradês do impressor quero incorporar e cujas gravuras é onde quero morar;

Que eu sabia imprimir as gravuras negras de Itô Jakuchu, além de saber desenhar/pintar como ele e ter o seu imaginário;



Que chorei quando botei meus pés no Polo Sul e no Polo Norte. Mas no meio do caminho, tirei meu chapéu diante do único túmulo cuja cabeceira está voltada para o Polo Sul, nas Ilhas Geórgias do Sul – o de Sir Ernest Henry Shackleton - ele morreu no dia 5 de janeiro de 1922, no mesmo dia de meu aniversário, mas alguns anos antes... :)

Que sou a Ophelia de John Everett Millais, congelada no limiar do sonho e do pesadelo resinoso de Farnese de Andrade Neto;

Que o tenugüi se tornou moda no mundo todo e eu estaria produzindo um monte deles... :)

Sonho que estou sob o branco e estarrecedor sol da praia de Giovanni Battista Castagneto, esturricando;

Esturricado, tortuoso, anguloso e ressequidas paisagens e pessoas de Egon Schiele é sobre o que sonho falar e não consigo;


A voluptuosidade de cores, texturas e carnes de Gustav Klimt cantarolam nos meus mais abonados e luxuriosos sonhos;

Que olho nos olhos de Owen Chase e ele me conta sobre o Essex;

Sinto novamente as presenças que me observam por cima de meus ombros nas salas expositivas – estas pessoas foram pintadas por Rembrandt Harmenszoon van Rijn - incluindo seus auto-retratos - e, apesar de você saber que são pinturas, respiram e se fazem mais presentes que mero óleo sobre tela. Talvez até mais que pessoas de carne e osso;

Passeio longamente pelo Parque Güell;

Sou uma personagem imaginária na mente de Spike Jonze e eu riria disso com ele;

Fico hipnotizada pela densidade colorida da matéria de Jean Dubuffet;

Estou sozinha e frágil diante das farfalhantes folhas das gravuras de Hercules Seghers;

Vejo a porta se abrindo para um ambiente de branca, gentil e suave luminosidade holandesa entrando pela lateral nas meditativas pinturas de Johannes Vermeer;

Que suas águas-fortes e desenhos são tão delicadamente ricos e sensíveis que me fazem sorrir, Jean-Antoine Watteau;

Que eu sou o objeto exposto sendo observado pelas esculturas de Anish Kapoor. Fico envergonhada com olhar tão intenso que tento me esconder dentro de um Jesus Rafael Soto e não consigo;


Que um dogu está ali, para mim;

Que Edvard Munch é meu sonho e o meu pesadelo ao mesmo tempo, guardados numa estranha caixa de Pandora que temo abrir, porém não resisto;

Que estou sendo quase derrubada pela fúria dos ventos úmidos e gélidos do Sul, na Terra do Fogo

Que eu não fui tola e comprei o guarda-chuva das “Flores de Amendoeira” de Vincent Van Gogh – souvenir acessível em Amsterdã em que marquei bobeira quando estive lá;

Entrei no mais belo desenho de paisagem que eu já vi na minha vida, que está numa carta de Vincent Van Gogh (e esta imagem foi a mais próxima que eu achei daquela que eu vi no Museu Van Gogh...);


Que pensei novamente sobre a suprema beleza do que é ausente ou que está velado, diante de esculturas como a enorme Vênus de Milo, a Femme Voilée de Antonio Corradini e a Vitória de Samothrace, no Louvre;



Pintar, desenhar e saber dar as mãos com competentíssimos gravadores e impressores como Katsushika Hokusai;

Pelas praias da Holanda, perseguir ou ser perseguida por um dos monstrinhos movido a vento de Theo Jansen (eu sei, o vídeo está largo demais - quem puder me ajudar com este bug, por favor me dê uma luz!);


Que consigo fazer o tremeluzir de luzes como nas pinturas de Diego Rodriguez y Silva Velázquez

Tenho a habilidade dos artesãos de pedra do St. Stephansdon;


Estou, novamente, vendo a mesma catedral agora ao longe, na Viena nevada, a partir do Belvedere;


Que passei uma tarde andando em meio aos trabalhos de Ernesto Bonato, Ulysses Bôscolo, Fabrício Lopez e Francisco Maringelli;

Que esse virginiano estava me fazendo uma serenata, cantando “I’m your man” – se ele de fato fizesse isso, eu lhe daria, casa, comida e roupa lavada! :DDD

Enfim, eis uma pequena lista das coisas com as quais eu sonho, sonhei e que provavelmente continuarei sonhando ainda por um longo tempo. “Pequena” lista, porque se fosse falar ainda sobre Arcimboldo, Brueghel, Rafael, etc. eu poderia ficar anos escrevendo este post. :)

Ah, para quem é atento, ficou um pouco diferente da proposta inicial do Alarcão – acredito que ele citou suas influências e inspirações, enquanto me permiti ir um pouco mais além, incluindo aspirações, memórias reais e delírios.

Um senhor exercício, mas que no fim me deixou... feliz. :)


Finalmente, a imagem de hoje: uma nova versão desta.

Esferográfica e aquarela sobre colagem no caderninho tosco.

Dreams and coffee shop - again and again... (82.1)
A nice exercise suggested by the illustrator Renato Alarcão: write down a list of inspiring people and works! If you click on the links above, you'll find not only my inspiring people and things list, but you'll also find things I've done, things I want to do, to have and some more... :)
Today's image: a new version of this one.
Ballpoint pen and watercolour on collage on clumsy sketchbook.

sábado, 1 de outubro de 2011

POST COMEMORATIVO (6 meses)

Tenho um novo post comemorativo hoje: seis meses completos de postagens diárias!

Não vou dizer que foi fácil, mas também não posso deixar de dizer que foi prazeroso. Acho que consegui criar o hábito de ver o mundo de forma diferente – sempre pensando em desenhar e como fazê-lo – seja em termos de tempo, tentando encontrar brechas na correria, ou em termos de linguagem - desenhando para não precisar pensar e outras vezes desenhando exatamente para pensar.

Há algum tempo foi preocupação minha o fato de ser mais quantidade que qualidade. Não deixo de ter a mesma preocupação ainda, mas acho que relaxei um pouco mais neste sentido, sobretudo depois de conversas informais com amigos.

Nem sempre conseguimos ser competentes, isto é fato. Se você olhar o livro de um artista famoso, vai ver que algumas pinturas, mesmo já na maturidade, também não estão bem resolvidas. O que dizer então do início da carreira? Muito trabalhos são ruins mesmo. Andei olhando o livro do agora falecido Lucian Freud e percebi que nem todos os trabalhos dele eram bons. Todos nós temos lá os nossos deslizes.

Neste sentido, este blog é mais explícito que muitos livros, exposições e/ou semelhantes: o que aparece aqui são os bastidores – se fosse no teatro, seriam as brigas entre os membros do grupo, o diretor xingando o iluminador, o figurinista espetando o dedo no alfinete... é o lado mais cru da produção. Por isso parei de me preocupar tanto em fazer “bonito” (como ficou bem evidente na recente série de óleos). Acho que está sendo mais uma exposição de exercícios e o que coloco aqui é a estranha labuta cotidiana de quem trabalha com artes visuais. Pelo menos é isso que se tornou quando propus-me a fazer postagens diárias.

Enfim, se eu começar com essas, vou escrever mais do que eu gostaria, então vamos ao que interessa: materiais.

No outro post comemorativo (dos 3 meses), falei um pouco de cadernos de desenho. Claro que depois de apenas três meses tal paixão não muda e confesso que andei adquirindo outros caderninhos (socorrinho!), além do que cometi injustiças em não citar alguns que já tinha em mãos da outra vez e, por isso, aproveito este post para remediar as faltas.

Pra começar, cito o caderninho, ainda virgem, que a Carol me deu há alguns anos: capinha preta rígida com elástico laranja (dimensões 9,2 x 14 cm). Ele sempre anda na minha bolsa de madaminha quando eu dou as minhas saídas chiquetérrimas (!?), mas como essas saídas em geral têm caráter social, o caderninho acaba ficando de lado, porque acho meio chato sacá-lo no meio da conversa e começar a desenhar. Sobretudo quando eu estou “montada” de madaminha... :)

Outro que ganhei da Carol e que comecei a usar muito recentemente, é o lindo caderninho de gatinhos azuis e dourados da Paper Blanks (também 9,2 x 14 cm). Ele é pautado e eu tenho anotado umas idéias de autista drástica... digo, de artista plástica. Aquelas coisas que agente tem vontade de fazer, mas que não consegue porque está sem diñaro pra comprar material (aliás, alguém teria um retroprojetor ou um projetor tracer sobrando em casa para emprestar? :P). Mas enfim, ainda estou em boas condições porque tenho caderninho bonito para anotar as idéias em vez de perdê-las no nada... :)

Outro caderno que eu ganhei foi este, também de gatinho, mas do Tupã (12,3 x 16,7 cm). Suas páginas são em canson creme, em gramatura provavelmente por volta dos 230, encadernação artesanal. Também permanece virgem por... dó? De usar? :)

E mais um que também ganhei do mesmo Tupã é este, de coraçãozinho (20,2 x 20,5 cm), encadernação artesanal em estilo japonês (tá de lado na foto - sorry).

Eu não sei dizer qual o tipo de papel do miolo – parece bem absorvente tal qual papel filtro, mas ele tem umas texturas horizontais que parecem ampliação das de um vergê; têm gramatura alta – acho que por volta dos 320. Ele está guardado pra quando eu souber mexer melhor com aquarela... :)

Agora falemos da minha impulsividade em *comprar* (ai!) cadernos. Um que já tem aparecido poraqui com aquarelinhas é este caderno de papel reciclado na capa e miolo de reciclado industrial, encadernação japonesa, que eu comprei na rua, perto do Metrô São Joaquim (15,5 x 22 cm).

Eu o acho bem bonitinho e confesso que o preço também foi amiguin. Mas o problema está na encadernação: a área disponível para desenho fica restrito ao lado direito da linha bege (kraft), que é onde a capa dura tem maleabilidade para abertura do caderno. Mas como a contra-capa é totalmente rígida (servindo de apoio) a área de desenho das folhas vai sendo reduzida à medida que o caderno avança, já que cada página aumenta a lombada deste ponto de maleabilidade. Bom, sei lá se a explicação foi suficiente, mas que louco vai ficar lendo esse lenga-lenga de post verborrágico, numa época de twittagens, não? :P

Outro caderno que eu adquiri recentemente só por invejinha do Bruno Makia (ai que feio, né), foi este caderninho Zequenz vermelho (10,5 x 14 cm).

Ele tem design premiado com abertura de 360 graus, maleabilidade total, tudibão. Claro que ainda está hibernando dentro da embalagem plástica original. Eu ainda nem terminei o cadernão espiral que anda aparecendo poraqui. E olha que eu ainda fiquei cobiçando a versão maior dele, que eu vi no site (eu só achei a versão pequena poraqui).

Ainda falando em cadernão, também guardo este blocão enorme (29,7 x 42 cm), ainda dentro do plástico original como pode ser visto na foto, que comprei quando viajei para a África do Sul em 2009. Está pequeno na imagem, mas o preço registrado na etiqueta é de 69,99 Rands em moeda local - algo em torno de R$17,00 na época -, baratinho.

De caderninhos já chega? Pois é, mas eu vou tagarelar mais um pouco sobre materiais.

Como já tem sido visto poraqui, as aquarelinhas feitas no caderno de papel reciclado foram todas feitas a partir deste estojinho e o pincel com carga d’água (não “cargas d’água”, ok?) – o primeiro, lembrança do nascimento do Artur, filho da Lu e do Leo, e o pincelzinho, dica do Leo. Pois é, o Artur já está com mais de três anos e eu ainda estou usando, lentamente a aquarelinha... :)

Ah, a caneta bic do lado é só pra poder ter uma idéia da escala dos materiais.

Por último, coloco ainda as virgens telas que ganhei do Fábio Sasse.

(novamente, a bic é só escala)

Como eu ando mexendo um pouco com óleo, elas também estão guardadinhas pra quando eu me sentir “mais hominha” (!?!?) pra botar mão em tela.

Aliás, os papéis (os “eu acho que são”) filicoat com as pinturas em óleo também foram dados pela Márcia e acabei com eles muito recentemente - pelo menos quero achar que fiz um ótimo uso delas.

E aqui quero deixar registrado publicamente: esta vasta lista de amigos são os meus mecenas e obrigada a todos por isso! :D

E, claro, para finalizar este longo post, a imagem de hoje.

Ovos de codorna (tá mais com cara de ovo de Páscoa...) em óleo sobre o último pedaço de filicoat 180 (acho), 33 x 48 cm.

Commemorative Post (6 months)
Shortening the story (I'm sorry, I won't traslate all): six month of daily updates! I'm talking about my passion for sketchbooks and some materials I've been using (and some more that I hope to use).
Plus: my friends are my mecenes. Thank you very much for all of them! :)
Quail eggs, oil on filicoat 180 paper (I guess) 13 x 18.9 in.

sábado, 26 de dezembro de 2009

I'm back!

Só pra informar. :)
Aliás, agora sem computador (teclo de um cyber) e sem celular.
Nada como ir ao primeiro mundo e voltar para as práticas do século passado.
I'll be back (hopefully, soon).

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Desculpem pelo sumiço...

Sei que já escrevi isto aqui antes - este blog não é para tratar de assuntos pessoais - mas como eu dei uma assassinada no meu blog pessoal, vou atualizar coisas pessoais (não tão pessoais assim, penso eu) aqui mesmo e aproveitar para dar uma espanada na poeira deste lugar.

Primeiro:
Parei de atualizar o blog porque estava trampando. E me preparando para uma me-ga viagem.

Segundo:
Logo antes de viajar, meu computador morreu. Estou um horror para ser contactada e também para responder mails.

Terceiro:
Estou viajando. No momento, escrevo do laptop do Dani, entocada na casa do moço, comendo da comida dele, mofando na sala dele. Um abuso que só. Detalhe: a casa dele fica em Eindhoven, Netherlands, mais conhecido em terras tupiniquins como Holanda.

Quarto:
Locais visitados até agora:
- Tokyo, Kyoto, Hakone, Kamakura, Nara, Monte Fuji - Japão;
- Paris e Castelos de Ambroise e Chenonceau - França;
- Eindhoven - Netherlands.

Quinto:
Museus visitados: nenhum (buáááá'!!!) - no Japão não tive tempo mesmo, mas em Paris os funcionários estavam em greve. Logo, no Louvre! (snif!)

Sexto:
I'll be back (to Paris)

Septimo:
Indo ainda para Haia, Amsterdam e Vienna, para voltar para Paris e, então, SP.

Ainda estou viva.

E adorando.

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Mezanino da expo

Prometo que é a última da série da minha expo: montagem fotográfica meio ruinzinha de como estava o mezanino do espaço expositivo no dia da abertura. Para visualizar melhor, basta clicar na imagem. :)

sábado, 1 de agosto de 2009

Cenas da Cidade - montado

Parede com gravurinhas de cenas da cidade de São Paulo. Tambem da Expo.

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Santa Ifigênia

Acabei expondo algumas gravuras do TCC também. Ainda tenho uma estima por elas. :)

sábado, 25 de julho de 2009

Paranóias Caveanas - montado

Parede das gravuras das Paranóias Caveanas, ainda da expo. Estou postando cada gravurinha, na base do conta-gotas, lá no Através do Sonho. :)

sexta-feira, 1 de maio de 2009

EXPO

Depois de um longo e tenebroso silêncio neste blog... Pequenas novidades!

domingo, 8 de fevereiro de 2009

SOBRE ESTE BLOG

O Através do Nevoeiro foi criado para tomar o lugar de meu antigo blog (o Espreguiço) onde eu postava meus trabalhos. Esta substituição ocorre por motivos de força maior: houve uma reestruturação do servidor, o que impossibilita meu acesso ao blog como administradora.
Mas enfim, aproveitando esta mudança, resolvi organizar melhor os trabalhos: o Através do Nevoeiro é o blog central onde estarão sendo postados os trabalhos mais atuais (de início, estarei postando alguns trabalhos que também se encontram no antigo blog, pois este não deixa de ser uma substituição do outro).
A partir do Nevoeiro, coloquei uma série de ramificações - blogs onde trabalhos foram separados por períodos ou técnicas/temas que são os seguintes:
Através da Bruma, onde postei trabalhos que compõem séries, ilustrações de contos e HQs, de acabamento digital;
Através das Nuvens, blog de trabalhos acadêmicos realizados durante a graduação;
Através do Sonho, blog com trabalhos especificamente de gravura, produzidos tanto na graduação como depois.
Espero que gostem do resultado.